A Síndrome dos vinte e tantos…

23/05/2009 at 5:22 pm (Uncategorized)

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A chamam de ‘crise do quarto de vida’.

Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos.

Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc.. E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.

As multidões já não são ‘tão divertidas’… E as vezes até lhe incomodam.

E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.

Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.

Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal. Ou, talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.

Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar. Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida. Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido.

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo. Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer.

Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso (a). De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você.

E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela. O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça… Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro.. Parece que foi ontem que tínhamos 16… Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?!

FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO… QUE ELE NÃO PASSE!

‘ A vida não se mede pelas vezes que você respira, mas sim por aqueles momentos que lhe deixam sem fôlego…’

Recebi esse texto por email e resolvi compartilhar aqui…Talvez, ajude a alguém a se dar conta de que não está sozinho em meio a tanta confusão…

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C.F.A

15/05/2009 at 12:03 pm (Uncategorized)

‘As coisas e as pessoas que fazem parte da minha vida vão aos poucos entrando em mim, depois de algum tempo já não sei dizer o que é meu e o que é delas. Mesmo assim, bem no fundo, há coisas que são só minhas. E embora me assustem às vezes, é delas que mais gosto…’

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A vida é boa demais, nós que estragamos ela…

13/05/2009 at 2:16 pm (Uncategorized)

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A foto é minha, da praia da Tartaruga – Búzios.

Realmente essa é a frase que poderia descrever bem o feriado, as praias, búzios, a foto.. os sentimentos!

Daí que eu tenho um texto que cabe justinho nisso tudo:

Borboletas

Sempre achei estranha essa expressão, muito usada no inglês e literalmente traduzida do “feeling butterflies in the stomach”. Como se sente borboletas? O fato é que é beeem mais bonitinho do que dizer que sentiu um frisson, um frio na barriga ou qualquer coisa parecida.

Mas voltando à questão inicial da estranheza, acho que a expressão combina bem com a sensação que ela tenta descrever! É um misto de ansiedade, angústia, exitação. E por mais estranho que possa ser, é bom demais sentir.

O que seriam dos romances sem as borboletas? Ou melhor: será que sem as borboletas, ainda existiria romance? Eu sei que não aceito nada menos do que sentí-las.

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Reações químicas

06/05/2009 at 4:47 pm (Uncategorized)

Se é a atração que aproxima as pessoas, o que é que as mantém juntas? Seria trabalho duro e dedicação a um relacionamento, ou algo mais complexo? No fim, tudo se resume a química?

Ao fazer um paralelo com relacionamentos, talez achar aquele ingrediente especial muda a química do prato inteiro. Como se as pessoas fossem cozidos. Há alguém lá fora que melhora você. Buscamos sempre o ingrediente especial para nosso cozido.

Ok, mas você acredita que existe química entre duas pessoas? Algo que é mais do que atração. Aquilo que permanece depois de “sentir borboletas no estômago”. Talvez o que chamamos de “manter a chama”, mas um pouco além: um soltar faísca.

As boas e más notícias sobre a química é que nunca entenderemos como funciona. Todo relacionamento é uma experiência. Nunca se sabe exatamente o resultado. Algumas pessoas trazem à tona um lado seu que nem sabiam existir. Outras lembram que sua história não acabou. Outras se surpreendem. E de vez em quando você surpreende a si mesmo.
Embora todos os relacionamentos requeiram concessões, às vezes se consegue mais e não menos. E às vezes, não dá para conseguir mais. Às vezes o que tinha nunca voltará. embora seja doloroso, é preciso achar a força para seguir em frente. Continuar buscando o amor, buscando aquele ingrediente perfeito, não importa quão longe ou profundo tenha que ir para encontrá-lo.

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